A avaliação é do economista Marcelo Paixão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, o IDH divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) é referente ao ano de 2006, quando a economia brasileira e mundial estava em ritmo de ascensão.
O problema, segundo Paixão, será o índice revelado em 2010, justamente um ano eleitoral, que refletirá a crise econômica de 2008. “Pelo momento econômico que vivemos [em 2006], poderíamos ter avançado mais que outros países. Agora é preciso preservar a área social de cortes por causa da crise”, disse.
Para que o IDH futuro não se reduza, o economista dá a receita: “temos que investir em saneamento básico, para que a mortalidade infantil caia, e políticas para a juventude, para evitar a mortalidade por violência, principalmente entre pobres e negros”.
ABAIXO UMA REPORTAGEM DO GLOBONEWS