quinta-feira, dezembro 18, 2008

Brasil melhora IDH mas crise pode atrapalhar

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro, divulgado hoje (18),  mostrando um pequeno avanço do país, que está na 70a posição no mundo, pode não se sustentar nos próximos anos, se o governo não privilegiar investimentos de proteção social, em infra-estrutura, saúde e educação.

A avaliação é do economista Marcelo Paixão, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, o IDH divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) é referente ao ano de 2006, quando a economia brasileira e mundial estava em ritmo de ascensão.

O problema, segundo Paixão, será o índice revelado em 2010, justamente um ano eleitoral, que refletirá a crise econômica de 2008. “Pelo momento econômico que vivemos [em 2006], poderíamos ter avançado mais que outros países. Agora é preciso preservar a área social de cortes por causa da crise”, disse.

Para que o IDH futuro não se reduza, o economista dá a receita: “temos que investir em saneamento básico, para que a mortalidade infantil caia, e políticas para a juventude, para evitar a mortalidade por violência, principalmente entre pobres e negros”.

Segundo Paixão, um dos fatores que contribuem para reduzir o IDH brasileiro é justamente a violência, que diminui em até dois anos a expectativa de vida da população.

ABAIXO UMA REPORTAGEM DO GLOBONEWS


Queda na produção de grandes empresas faz setor de peças demitir

As empresas que produzem carros já colocaram milhares de trabalhadores de férias. É o último passo antes da demissão. Mas,... Deixando a empresa automibilítica de lado, quero falar das empresas que fornecem peças, produzidas aqui no Brasil. As grandes empresas, seja automobilísticas ou de eletrodométicos, têm menos funcionários, isso por que grande parte da produção é feita por máquinas. Ela têm bastante tecnologia. Àquelas plantas gigante e lotadas de trabalhadores é coisa do passado.

Mas ainda é assim no setor de auto peças, que tem menos tecnologia e que depende das vendas dos carros, das geladeiras, televisores e motos para manter ou aumentar a produção. Isso pórque as montadoras apenas montam os carros no BRasil e as peças são produzidas por outras empresas. Como caiu o consumo de carros, motos e geladeiras, caiu também as encomendas das grandes empresas para as fornecedoras de parafusos, câmbio, chapas de aço, termostato, entre outros produtos. Desse jeito, as fabricantes de peças começam a ter estoques maior. Se tem bastante, caiu o preço da peça e o lucro da empresa também. Para manter brigar pelo seus lucros o setor de peças demite. Ái o probema fica mais sério, porque tem muito mais gente empregado nesse setor do que nas grandes empresas de carros e de bens de consumo duravies.

Um terço das grandes empresa vão demitir em 2009

O estudo, realizado no início de novembro, ouviu 1.028 profissionaisA pesquisa aponta que as companhias permanecem planejando cortes de mão-de-obra, redução de salários e bônus e prevêem uma queda nodesempenho de suas próprias empresas no próximo ano. Contudo, os entrevistados afirmam que irão continuar a contratar talentos para posições estratégicas.

Santiago. Os resultados da crise financeira não acabam. Com o complicado cenário econômico atual, as projeções para 2009 não são muito animadoras. Segundo um estudo da consultoria Mercer, chamada Liderança durante Tempos Sem Precedentes, um terço das empresas multinacionais (35%) deve fazer reduções significativas em sua força de trabalho.

de recursos humanos e finanças, que representam organizações com operações em mais de 100 países. 35% dos entrevistados disseram que devem fazer demissões em massas – um número significativo, mas, devido a profundidade da crise, é uma resposta relativamente conservadora. Link da América Economia.